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50% dos clubes do Campeonato Alagoano já demitiram treinadores em 2024

Por Redação
fevereiro 5, 2024

O Campeonato Alagoano está chegando apenas à metade da primeira fase, mas já movimentou a dança das cadeiras dos treinadores. Com menos de 50% da competição realizada, metade dos clubes já decidiu demitir treinadores.

Dos oito times que jogam o Estadual, ASA, CSE, CSA e Cruzeiro de Arapiraca trocaram o comando técnico. Apenas CRB, Penedense, Coruripe e Murici continuam com os mesmos técnicos que iniciaram 2024.

O primeiro a trocar foi o Azulão, que demitiu Rogério Corrêa após apenas dois jogos. O treinador saiu do clube sem perder, com uma vitória e um empate, dando lugar ao experiente Marcelo Cabo.

 

 

O segundo que caiu foi Bruno Monteiro. No entanto, seus números justificaram a decisão da diretoria cruzeirense. Com apenas duas partidas oficiais disputadas, Bruno perdeu ambas e não resistiu, deixando o Urso na lanterna. Seu substituto foi Adriano Cabeça, que comandou o clube no ano passado.

Pouco tempo depois, na semana passada, o CSE tirou Rodrigo Fonseca do cargo, após uma derrota na Copa Alagoas. Assim como os outros colegas de trabalho, a média de jogos foi baixa. Rodrigo deixou o Tricolorido com três partidas e uma vitória. Carlos Eduardo Parreira, que ainda não estreou, foi o escolhido para substituí-lo.

 

 

E o curioso é que Rodrigo Fonseca rapidamente arrumou um emprego, e logo em um outro clube da região do agreste alagoano: o ASA. O Alvinegro foi o último a decidir pela mudança no comando técnico. Na noite desse domingo (4), Leandro Sena foi demitido do cargo, após sete partidas oficiais.

O que surpreende é que os números da atual temporada quase igualam 2023, em termos de troca de treinadores. No ano passado, aconteceram apenas cinco trocas, curiosamente, sendo nos mesmos times: ASA, CSA, Cruzeiro e CSE (duas vezes). A diferença é que, das cinco trocas, apenas três foram por demissão.

 

 

Os números melhoraram?

Até então, apenas CSA e Cruzeiro de Arapiraca conseguiram estrear seus novos treinadores. E, pela baixa quantidade de partidas, há comparação entre os números.

Rogério Corrêa deixou o Azulão com 66,6% de aproveitamento em duas partidas. Já Marcelo Cabo, que soma duas vitórias e duas derrotas, tem 50% de aproveitamento.

No Cruzeiro, Bruno Monteiro fechou seu comando técnico com 0% de aproveitamento, já que não venceu nenhuma partida. Adriano Cabeça, com uma vitória e uma derrota, tem 50% de média de vitórias.

Redação com Gazetaweb

 

 

 

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